As inteligências segundo Howard Gardner

Howard Gardner, psicólogo americano, professor em Harvard com mais de vinte livros publicados e uma das maiores autoridades mundiais sobre o assunto, foi quem primeiro dividiu a inteligência humana em 7 áreas e estuda a existência de uma oitava inteligência, a naturalista, que seria a capacidade de reconhecer objetos na natureza, e discute outras, a existencial ou espiritual e até mesmo uma moral sem, no entanto, adicioná-las às sete originais.

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Postado em: 15.09.2008

O que é a Neurociência

A neurociência é a área da medicina que tem estudado o sistema nervoso. As descobertas recentes desta área fornecem subsídios importantes para a Pedagogia. Oferecem boas possibilidades de desvendar as complexidades do cérebro e compreender, inicialmente, a natureza da memória e da inteligência e o que acontece quando aprendemos” Kátia A. Kuhn Chedid, Pedagoga PUC-SP / Psicopedagoga e Orientadora e Maria Anita Viviani Martins, Professora Titular da Faculdade de Educação da PUC-SP).

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Categoria: Matérias-Artigos

Postado em: 20.08.2008

A Neurociência e a Pedagogia

A neurociência é a área da medicina que tem estudado o sistema nervoso. As descobertas recentes desta área fornecem subsídios importantes para a Pedagogia. Oferecem boas possibilidades de desvendar as complexidades do cérebro e compreender, inicialmente, a natureza da memória e da inteligência e o que acontece quando aprendemos.

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Postado em: 12.08.2008

Malhando a cabeça

Nem todo mundo sabe, mas uma boa arma para combater as falhas de memória são os alimentos. E outra são os cursos que reforçam a atenção e a concentração.

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Postado em: 08.08.2008

O cérebro também precisa de exercício

Assim como o corpo precisa de movimento para manter os músculos fortes, o cérebro requer exercício para preservar a flexibilidade do sistema nervoso e desenvolver a capacidade de raciocínio.

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Postado em: 12.07.2008

Ginástica para o Cérebro para evitar Alzheimer

Ainda hoje de manhã, antes do trabalho estava assistindo ao jornal “Bom dia Brasil” daTV Globo e assisti a matéria que envio abaixo para que aqueles que não tiveram apossibilidade de assistir possam ler e acreditar que podemos estar próximo de diasmelhores para todos os portadores de epilepsia e acho interessantíssimo, mas tenho umpouco de medo de onde podemos chegar com a mente tendo o poder até de controlaraparelhos eletronicos.

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Postado em: 12.07.2008

Aumenta o mercado de exercícios para a mente

Os adolescentes que estudam para provas de escola e as pessoas preocupadas com os lapsos senis podem agora recorrer a um grande número de videogames de ajuda ao cérebro, como o Brain Age, da Nintendo; aos quebra-cabeças que ajudariam a evitar a demência, como o Sudoku; às palavras cruzadas; e às dicas on-line que pretendem treinar o cérebro.

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Postado em: 10.07.2008

Pesquisas revelam o crescimento de conexões neuronais

“Até pouco tempo, os neurocientistas acreditavam que, uma vez completado seu desenvolvimento, o cérebro era incapaz de mudar, particularmente em relação às células nervosas, ou neurônios. Aceitava-se o dogma segundo o qual os neurônios não podiam se auto-reproduzir ou sofrer mudanças significativas quanto às suas estruturas de conexão com os outros neurônios.

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Postado em: 05.06.2008

Mantenha seu cérebro vivo

Também, ao contrário da crença popular, o declínio mental que a maioria das pessoas experimenta não é decorrente da morte constante de células nervosas.

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Postado em: 08.05.2008

Descobrindo os dois lados do cérebro: o lógico e o criativo

A existência da lateralidade do cérebro foi comprovada pelo Dr. Roger Sperry no início da década de 60. Através de experiências em que os pacientes tiveram as conexões entre os hemisférios do cérebro desfeitas, Sperry notou a dominância do lado esquerdo nas tarefas da linguagem, da lógica e do tempo, enquanto o direito se ocupava da emoção, imaginação, visão, intuição e orientação espacial. Cada hemisfério isolado ignorava as informações às quais o outro estava sendo submetido. Mas, dependendo da idade da pessoa estudada, os aspectos holistas ou especialistas eram acentuados. Os mais jovens conseguiam desenvolver capacidades semelhantes em ambos os hemisférios, enquanto que os mais velhos apresentavam uma forte separação de funções entre os dois lados do cérebro.

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Categoria: Matérias-Artigos

Postado em: 03.05.2008

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