A unidade Copacabana agora se estendeu até a Tijuca. A inauguração acontecerá do dia 05 de fevereiro. Estão todos convidados!
Contatos para matriculas: 3734-8685. Aproveitem as promoções.
O Supera Copacabana faz uma pequena pausa do dia 18/12 até 03 de janeiro e aproveita para desejar à todos um Feliz Natal e um ano novo maravilhoso, cheio de paz, saúde e amor.
Até breve!
Família Supera Copacabana.
No link abaixo segue a matéria da Revista Época. Divirtam-se!
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI65446-15224,00-QUAL+E+O+SEXO+DO+SEU+CEREBRO.html
Evitar fazer tudo no automático ajuda a turbinar a memória e a concentração
A ciência está desvendando os mecanismos biológicos
que nos permitem lembrar e esquecer – e já prevê aplicar
esses conhecimentos em terapias que melhoram a capacidade de memorização ou que apagam da mente experiências ruins.
Leia mais no link:
http://veja.abril.com.br/130110/conquista-memoria-p-078.shtml
Dr. Alberto de Macedo Soares é médico geriatra. Trabalha no serviço de geriatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e é professor de Geriatria da Faculdade de Medicina de Santos.
A população de homens e mulheres acima dos 60 anos aumentou muito nas últimas décadas. Alguns ultrapassam os 80, 90 anos em condições clínicas satisfatórias, mas são raros os que não apresentam dificuldades com a memória. Em geral, as recordações do passado permanecem vivas, recheadas de pormenores, mas a memória falha quando querem lembrar de acontecimentos recentes. Isso desconcerta um pouco os familiares. “Meu avô conta, com minúcias, histórias que ocorreram quando tinha cinco anos e morava no interior e se esquece do número do telefone de casa ou o que comeu no almoço”, fala o neto preocupado.
A pergunta que se impõe é, se a partir dos 40, 50 anos a capacidade de armazenar informações começa a sofrer um processo lento e gradativo de deterioração, ou se, no mundo moderno, a quantidade absurda de informações com que somos bombardeados dificulte sua assimilação. De qualquer modo, a perda da memória não pode ser considerada como um fato inexorável associado ao envelhecimento. Quanto mais precoce forem diagnóstico e a prescrição do tratamento, mais fácil será deter a evolução da perda da memória.
Pouca vitamina D no organismo pode comprometer a função cognitiva.
Dermatologistas costumam alertar: para expor a pele aos raios solares é preciso aplicar protetor, o que evita câncer e envelhecimento precoce. Mas fugir do sol também traz consequências graves para o cérebro. Pesquisadores descobriram que a ausência de vitamina D no organismo pode comprometer funções cognitivas.
Dermatologistas costumam alertar: para expor a pele aos raios solares é preciso aplicar protetor, o que evita câncer e envelhecimento precoce. Mas fugir do sol também traz consequências graves para o cérebro. Pesquisadores descobriram que a ausência de vitamina D no organismo pode comprometer funções cognitivas. Embora seja mais conhecida por promover saúde dos ossos e regular os níveis de cálcio, a vitamina desativa enzimas cerebrais que participam da síntese de neurotransmissores e do crescimento neuronal. Com essas descobertas, pesquisadores esperam que no futuro a vitamina ajude no tratamento de pacientes com Alzheimer.
“Sabemos que há receptores de vitamina D espalhados por todo o sistema nervoso central e hipocampo. Além disso, ela ativa e desativa as enzimas no cérebro e no fluido cerebrospinal envolvidas na síntese de neurotransmissores e no crescimento dos nervos”, explicou o pesquisador Robert J. Przybelski, da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin. Os estudos em animais e em laboratório sugerem que a substância pode proteger os neurônios e reduzir a inflamação.
Dois novos experimentos revelam mais novidades sobre o assunto. O primeiro, conduzido pelo neurocientista David Llewellyn, da Universidade de Cambridge, avaliou o índice da presença da vitamina em mais de 1.700 ingleses com mais de 65 anos. Os voluntários foram divididos em quatro grupos de acordo com os índices da substância encontrados no sangue: profundamente deficiente, deficiente, insuficiente e excelente; em seguida, foram testados quanto à função cognitiva. Os cientistas descobriram que, quanto mais baixos os níveis, maior o impacto negativo no desempenho na bateria de testes mentais. Se comparados a pessoas do grupo excelente, os que apresentavam valores mais baixos corriam mais risco de ter alguma deficiência mental.
O segundo estudo, conduzido por cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, concentrou-se nos níveis de vitamina D e no desempenho cognitivo de mais de 3.100 voluntários entre 40 e 79 anos em oito países europeus. As informações mostram que os participantes com níveis mais baixos demoraram mais tempo para processar informações. Essa correlação foi particularmente expressiva entre os homens com mais de 60 anos.
“O fato de essa relação ter sido estabelecida em larga escala e em um estudo com seres humanos é muito importante, mas ainda há muito a ser estudado. Embora saibamos que o baixo grau da vitamina está associado ao comprometimento mental, não descobrimos se os altos reduziram a perda cognitiva”, salienta Przybelski.
Pelo fato de o comprometimento cognitivo ser, em geral, precursor da demência e do Alzheimer, a vitamina D é tema em constante discussão entre os cientistas que tentam responder a essas questões. Przybelski, por exemplo, planeja um estudo sobre isso para verificar se afetará a incidência de Alzheimer em longo prazo. Então, quanto de vitamina D é suficiente? Alguns especialistas dizem que de 15 a 30 minutos de exposição ao sol, de duas a três vezes por semana, seria o ideal para adultos saudáveis. É importante lembrar que fatores como a cor da pele, o local de residência e a área exposta ao sol afetarão o volume de vitamina D produzido por cada um.
Segundo especialistas, para deixar a mente afiada, é preciso tirar o cérebro da zona de conforto.
Assim como o resto do corpo, o cérebro também precisa de exercícios. A falta de exercícios físicos atrofia os músculos da mesma maneira que não treinar o cérebro acaba prejudicando a memória, segundo o neurologista Paulo Bertolucci, da Universidade Federal de São Paulo.
Ao contrário do que se pensava há alguns anos, pesquisas recentes têm mostrado que apesar de envelhecer, o cérebro mantém uma capacidade extraordinária de desenvolvimento e recuperação. O que mostra que qualquer um pode ter uma memória tão boa quanto a de um jovem. Isso porque, de acordo com o neurofisiologista Avelino Leonardo da Silva, da Unesp, não há grande perda de neurônios com o passar do tempo. O que ocorre é que se eles ficam inativos por falta de aprendizado e treino.
Segundo especialistas, para deixar a mente afiada, é preciso tirar o cérebro da zona de conforto combinando três fatores: novidade, variedade e dificuldade crescente. Por isso é necessário sair da rotina, estimular o cérebro com coisas que ele identifique como novas.
Um exemplo são as neuróbicas — "aeróbicas dos neurônios" — quando pequenas mudanças no dia a dia já fazem diferença, como escovar os dentes com a mão contrária da de costume, andar de costas, usar o relógio no pulso direito (caso o coloque no esquerdo diariamente), buscar caminhos alternativos para ir ao trabalho...
No Brasil, já existem escolas que funcionam como "academia cerebral" e ajudam pessoas que querem recuperar a memória. O exercício cerebral ajuda a diminuir os famosos brancos, melhora da autoestima e segurança, a manutenção da coordenação motora e a socialização.
BEM-ESTAR
























Supera - Ginástica para o Cérebro
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